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julho 6th, 2010posts por autor: Andréia, posts por autor: Carol, raio-x[por Andréia Martins e Carol Cunha]
A chuvinha fina cai lá fora, e olhando pela janela, penso que é nessas horas que o som do Rosie and Me se torna ainda mais necessário. Com o play do som, refaço o roteiro dos tempos de adolescente, com aquilo que era essencial: uma calças jeans surrada, o tênis com cadarços soltos, a vontade de tocar um instrumento, a mão que toca o vento no carro, a catarse dos primeiros beijos e um inevitável coração solitário. A música dos curitibanos do Rosie and Me canta o que todo mundo já sentiu em algum momento ou outro da estrada. Um frescor de algo ingênuo com trilha sonora acústica.
O charmoso som brazuca do Rosie and Me utiliza o bom e velho violão como instrumento principal, com pitadas de banjo, Ukulele e flauta para criar uma atmosfera calma e introspectiva. Tudo isso cantado em inglês. Seria folk?
“Nosso som é mais voltado para uma nova escola, que, de folk mesmo, tem só a levada”, conta Rosanne Machado, a vocalista, compositora e frontwoman da banda ao Palco Alternativo. Com influências do twee/pop, a música do Rosie and Me surge na simplicidade, e nem por isso é menos gostosa de se ouvir.
Nas letras, pensamentos musicados sobre relacionamentos, decepções e crescimento, “o que permite que nosso público se identifique com as experiências nelas descritas”, completa a cantora. Rosanne é a voz delicada que canta as histórias do Rosie and Me. Além dela, a banda conta com Guilherme Miranda (baixo), Tiago Barbosa (bateria/percussão), Thomas (guitarra) e Wildson (violão/vocal).
O início
Em 2006, Rosanne morava em Curitiba e com o amigo Alex, que morava no Rio de Janeiro, costumava trocar músicas na internet como quem troca cartas. Ela cuidava das bases de violão e enviava para Alex gravar os vocais. “No começo não havia uma banda formada, as músicas eram gravadas no computador, à distância e sem compromisso. Quando ele se mudou para Curitiba, tivemos a chance de convidar alguns amigos pra tocar e investir um pouco mais no projeto”, conta Rosanne.
O nome da banda surgiu por acaso: as primeiras demos, bem no estilo made in home, não tinham nome e acabavam sendo gravadas como “rosieandme.mp3″. Depois de lançar as primeiras demos na internet, Rosanne passou uma temporada fora do Brasil. Enquanto isso as músicas que estavam na rede eram descobertas pelos internautas. A “banda” que até então não existia oficialmente começou a reparar que cada vez mais gente ouvia e comentava suas músicas em sites como o Last.Fm, MySpace e onde mais elas estivessem disponíveis.
“Por meio de divulgação própria e indicações entre as pessoas, o número de ouvintes foi aumentando. As pessoas deixavam recados pra gente, perguntando quando lançaríamos um CD ou faríamos mais apresentações ao vivo”, diz a cantora e compositora. Nao demorou muito para blogs e sites especializados escreverem sobre a banda. No exterior, algumas músicas chegaram a ser tocadas em rádios, mesmo com a qualidade low-fi das primeiras gravações.”Como o retorno do público foi muito bom, resolvemos investir na nossa música e tentar fazer algo mais sólido”, diz Rosanne.
EP Bird and Whale
Em 2010, mais ou menos quatro anos depois que as músicas começaram a viajar pela rota Curitiba-Rio e Rio-Curitiba, o Rosie and Me lançou seu primeiro EP, Bird and Whale.São 5 faixas que mostram bem a personalidade da banda. “O nome do EP vem de quando eu estava fora do país. Bird and Whale é o nome da última faixa do EP, que fala sobre as incertezas e dificuldades dos relacionamentos à distância. O nome foi sugestão de uma amiga de Wisconsin, durante uma aula de literatura que falava sobre uma fábula chamada The Sparrow and the Sea. E a idéia da música é justamente contar uma história”, diz.
Enquanto os integrantes do Rosie and Me se dividem entre a música e outras profissões, os planos da banda são investir em festivais nacionais e esperar convites Brasil afora.
“Em Curitiba mesmo, não somos muito conhecidos, então nosso plano é investir em alguns festivais nacionais e dar continuidade a novas gravações. Tocar no exterior ainda é um sonho. Não temos muita experiência com isso de marcar shows, geralmente esperamos por um convite ou a abertura de algum edital. Mas, com certeza, São Paulo está no topo da lista das cidades em que queremos tocar mais vezes, tanto pela qualidade do público, como pela diversidade de lugares que abrem espaço para bandas novas”, diz Rosanne.
No momento a banda segue sem Alex, que precisou interromper a participação na banda para se dedicar aos estudos. Da formação antiga, continuam o Guilherme (baixo) e o Tiago (bateria), além dos novatos Thomas (guitarra) e o Wildson (violão/vocal).
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julho 2nd, 2010posts por autor: Natasha, raio-x[Natasha Ramos]
Em meio a um punhado de bandas fabricadas em série, uma ou outra consegue se destacar no cenário independente, oferecendo uma proposta sonora interessante e única (ou o mais próximo que se pode chegar disso, atualmente).
É o caso da Apanhador Só, banda gaúcha daquelas que não dá para se ouvir apenas uma vez. Desde que minhas mãos tocaram o CD de estreia perdi a conta de quantas vezes o escutei.
A primeira vez que os vi foi há algumas semanas no show que realizaram no Tapas Club (R. Augusta – São Paulo). Chamou-me a atenção o som particular que saia das caixas de som e me atingia em cheio. Seria rock com pitadas de música brasileira ou música brasileira com nuances roqueiras? Difícil definir.
O Palco Alternativo conversou com a banda para conhecer um pouco mais do trabalho dos caras. O Raio-X da Apanhador Só, você confere a seguir.
Início e nome
A banda com o nome “Apanhador Só” existe desde os tempos de colégio, conta o guitarrista Felipe Zancanaro. Mas, o marco inicial foi o ano de 2006, quando lançaram o primeiro EP, intitulado Embrulho Pra Levar.
“Conta-se que para inscrever a banda em um concurso do colégio, o Marcelo Souto (integrante da formação colegial/inicial da Apanhador) teve que inventar esse nome às pressas na última hora e sair correndo com a ficha de inscrição para entregar a tempo. Eu não estava lá e ele se recusa, mesmo sob tortura, a contar detalhes de como se deu a criação do nome”, conta Felipe.
Além de Zancanaro, completam a formação da banda Alexandre Kumpinski (voz e guitarra), Fernão Agra (baixo) e Martins Estevez (bateria).
Músicas
Definir o som da Apanhador é uma tarefa difícil. Ao longo do CD homônimo, lançado no dia 21 de abril, no Teatro Renascença, em Porto Alegre (RS) —e disponibilizado para download no site www.apanhadorso.com— , o máximo que se pode dizer é que é um disco de rock, voltado para ritmos brasileiros.
“Gostamos de ter liberdade para levar nossa música na direção que achamos interessante na hora, sem nos prender muito. Flertamos com tudo que passa pela nossa frente, do tango ao baião”, comenta Felipe.
Produzido de forma independente, o CD Apanhador Só teve o financiamento do FUMPROARTE, Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre.
Para um CD independente, é visível o profissionalismo e capricho com que foi feito. Desde a concepção gráfica: a direção de arte e a ilustração da capa, que ficou a cargo de Rafa Rocha, e as ilustrações dos cartões do encarte (o CD vem com cartõezinhos que podem ser editados ao gosto de quem os estiver manuseando), de autoria de Fabiano Gummo; até a produção musical que ficou por conta de Marcelo Fruet. O disco ainda contou com a colaboração do poeta gaúcho Diego Grando, do compositor Ian Ramil e Estevão Bertoni, vocalista da banda Bazar Pamplona.
Além desse álbum, a banda leva na bagagem dois EPs: o primeiro, já citado Embrulho Pra Levar, de 2006, e o segundo, de 2008, apelidado carinhosamente pelos integrantes de “EP Verde”.
Instrumentos inusitados
Uma curiosidade da Apanhador Só é o fato de, além dos instrumentos convencionais (bateria, guitarra e baixo), nas músicas, é possível detectar outros elementos “musicais” inusitados.
“Boa parte das músicas do disco tem o que a gente chama de ‘percussão sucata’. A Carina Levitan se encarregou delas quando veio de Londres, onde mora agora, para Porto Alegre”, conta o guitarrista.
Assim, ao longo do disco homônimo é possível encontrar sons de máquina registradora e projetor de filme, como na faixa “Um Rei e o Zé”; em “Pouco Importa”, Carina toca grelha de churrasco; em “Maria Augusta” tem pato de borracha, panela, chave de roda, sineta de recepção e apito; “Peixeiro” são interruptores de luz e sons eletrônicos; “Bem-me-leve” tem roda de bicicleta (a que está na capa do disco) e sineta de recepção; em “O Porta-retrato”, furadeira; “Balão-de-vira-mundo” traz balão de aniversário; “Jesus, o Padeiro e o Coveiro” tem som de lata de rolo de filme e sineta de recepção; em “Origames Over”, fita adesiva, grampeador, papel rasgado e panela; “Vila do ½ dia” tem sacola plástica; e, finalmente, “E Se não Der?” tem som de móbile de chaves.
A ideia de inserir esses “instrumentos” nas músicas surgiu na casa de Alexandre, antes mesmo de ele entrar na banda. “Naquela época, os integrantes ensaiavam na garagem dele e lá tinha uma porrada de cacaredos de todos os tipos. Em um improviso, eles começaram a bater de lá, arranhar de cá, chutar ali, amassar aqui e gostaram do resultado. Daí foi só desenvolver a idéia, encontrando os espaços certos para cada bugiganga e transportar o aparato todo para os shows. Hoje em dia, por sermos um quarteto, levamos só a bicicleta para o palco e fico encarregado e toca-la”, conta Felipe.
Shows e Futuro
No histórico de apresentações, a banda coleciona lugares como o MAM (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro, abrindo o show da Maria Rita, juntamente com outras duas bandas vencedoras do festival da gravadora Trama. Recentemente, estiveram na Feira Música Brasil – Circuito Off, em Recife, e também já tocaram em diversas casas pelo interior e capital do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Presidente Prudente (SP) e Florianópolis (SC).
Com o lançamento do álbum, a banda pretende investir na promoção do disco. “Neste ano, pretendemos seguir divulgando o disco, fazer o maior número de shows possíveis e, provavelmente, gravar algum videoclipe de alguma música do disco”, comenta.
http://www.myspace.com/apanhador
Tags: apanhador so -
julho 2nd, 2010posts por autor: Andréia, raio-x[por Andréia Martins]
Músico que faz cinema. Artista-plástico que canta. Voz que desenha. Cineasta que versa. Imagens que compõem música. Arte soprando para os quatro cantos no chão de São Paulo, pelas mãoe s e voz do compositor e músico Kiko Dinucci.
“Tanto a música com a arte como um todo geraram muita solidão e ainda é assim. Comecei sozinho, mas com o tempo fui achando os meus iguais e aprendendo muito com eles, cada pessoa com quem eu toco é uma universidade (no bom sentido) pra mim. Gosto de trocar. É muito rico você poder se comunicar com pessoas de diferentes nacionalidades e etnias, e credos, chega a ser divino o dom que o ser humano tem de se comunicar com arte”, diz em entrevista ao Palco Alternativo.E é assim que Kiko se comunica: por meio de imagens, sons e palavras. Hoje, além das diferentes formas de arte, Kiko se divide entre diferentes projetos na música: além de compositor e músico, divide com Douglas Germano as criações trágicas e cômicas do Duo Moviola, integra o Bando AfroMacarrônico, com o qual lançou o disco Pastiche Nagô,em 2008, e faz uma sólida parceria com a cantora Juçara Marçal, com a qual gravou o álbum Padê, e, mais recentemente, no final de 2009, lançou o disco Na Boca dos Outros.
Assim como em outros trabalhos, o disco reforça a boa parceria de Kiko com a cantora Juçara Marçal. “Juçara, pra mim, é a maior cantora que conheço. O que interessa pra ela é arte, não glamour, ser a cantora da mídia, nada disso. É só ver a postura dela no palco, é um compromisso direto com a arte, o resto que se exploda. Ela no palco vai se transformando, começa a crescer e encosta a cabeça no teto. O disco Padê foi o nosso primeiro trabalho, foi o som que moldou tudo o que viria na sequência, os elementos da cultura africana e tudo mais. Estamos pra gravar um novo CD chamado Metá Metá, em parceria com Thiago França”, conta Kiko.
Na Boca dos Outros
“O disco novo só tem meu nome mas não é solo. Quase todos meus discos levam meu nome, ou com a Juçara Marçal, ou Bando AfroMacarrônico. Todos tem a minha presença mas nenhum deles é 100% solo. Em todos a parceria é fundamental, isso fica ainda mais gritante com o Duo Moviola, com a presença do Douglas Germano. Trabalho sempre com parcerias, sejam elas com compositores, produtores ou músicos”, diz.
Para este trabalho, composto de 14 faixas, Kiko se cercou de diferentes cantores e cantoras como Fabiana Cozza, Maurício Pereira, Bruno Morais, Juçara Marçal, entre outros, cruzando ritmos brasileiros e africanos em uma linguagem voltada para o samba.
“As músicas do Na Boca dos Outros são muito antigas, tinhas teias de aranha, a maioria é de quase 10 anos atrás. O que eu fiz foi tirar da gaveta, deixar os novos arranjos determinantes no aspecto criativo e chamar as pessoas que tinham a ver com cada faixa. O fato de uma outra pessoa cantar daria uma roupagem nova a mais a essas velhas canções”. Para ouvir: http://www.myspace.com/kikodinucci.
Entre tantos lados, o lado A – Afro – de Kiko
Kiko é muitos. Já foi hardcore ao assumir a guitarra em uma das mais importantes bandas do hardcore paulista, o Personal Choice, em sua cidade natal, Guarulhos. Aí trocou a guitarra pelo violão, e mergulhou no samba, na sua brasilidade, no seu lado afro.
“Meu interesse pela cultura afro veio no dia em que eu me olhei no espelho e falei pra mim mesmo: sou preto, no Brasil todo mundo é preto, seja sua pele clara ou escura, então vou atrás da minha história. E fui atrás da minha memória ancestral e descobri meu ancestral mais antigo, que é meu Orixá Logun Edé. Mergulhei num mar de informação infinito”.
Desse mergulho saiu o documentário Dança das Cabaças, dirigido por Kiko, um retrato poético sobre a paradoxal divindade Exu e as formas como o brasileiro vê esse personagem que, na África, era caracterizado como o princípio da vida.O filme passa pelas diversas vertentes das religiões afro-descendentes, dos candomblés (de tradição Nagô, Gege, Bantu), Tambor de Mina, passando pela Umbanda e Quimbanda. Assista ao filme em http://www.dancadascabacas.blogspot.com.
Identidade pessoal descoberta, na música, Kiko parece não ter dúvidas de quem é. Apesar de reconhecer outros elementos, especialmente ritmos afros, na sua música é tudo samba. “Posso compor um thecno brega que no fundo vai ser um samba, só sei fazer assim, graças a Deus”.
Tags: bando afromacarronico, duo moviola, kiko dinucci -
julho 2nd, 2010posts por autor: Natasha, raio-x[Natasha Ramos]
Com pouco menos de um ano de existência, a banda Bicicletas de Atalaia já leva na bagagem um CD Demo e se prepara para lançar um EP com faixas inéditas no final de maio. Dentre as apresentações, duas foram no Projeto Cedo e Sentado, do Studio SP —e em uma dessas vezes o show foi anunciado no programa do jornalista Gilberto Dimenstein, na CBN. Além disso, a Bicicletas saiu na revista Guitar Player como um dos 10 destaques do MySpace, devido à música “Insomnia”, resenhada e elogiada pelo veterano guitarrista Ciro Visconti. Confira o Raio-X da banda.
Integrantes, influências e nome
A Bicicletas de Atalaia saiu da cabeça dos irmãos Leo e Bruno Mattos, depois do término da banda Rockassetes, da qual faziam parte. O que começou como um projeto na metade de 2009, foi se consolidando como banda após a entrada dos outros três integrantes, que completaram a formação.
“Desde o fim da Rockassetes, Leo e eu já estávamos trabalhando as músicas da Bicicletas, criando arranjos e pensando no conceito do trabalho. Nesse período, estávamos estudando numa escola de música aqui em São Paulo e foi lá que conhecemos toda a rapaziada. Na verdade, o Renan (Sax/Flauta) já havia tocado conosco, fazendo algumas participações na Rockassetes, o Kaneo (Guitarra) e o Ilya (Baixo) conhecemos depois”, explica Bruno Mattos ao Palco Alternativo.
A Bicicletas nasceu em São Paulo, mas, com exceção de Ilya, os integrantes vieram de outras cidades: os irmãos Mattos são de Aracaju (SE), mas se mudaram para a Pauliceia em 2005, Renan, de Bragança Paulista (SP), mora na capital desde 2009, e Kaneo, apesar de ter nascido no Rio, mora aqui “desde sempre”.
O nome da banda, eles explicam, “veio da influência da nossa cidade, Aracaju, cuja praia mais famosa é a Praia de Atalaia, e do desenho As Bicicletas de Belleville, que nos influenciou muito no começo, desde a estética aos direcionamentos musicais. Além disso, ‘Atalaia’ também significa ‘ficar de olho’, ‘de tocaia’, ‘observar’, o que dá uma curiosidade legal ao nome”, explica Bruno.
Músicas, vídeos e shows
Assim como a origem dos integrantes, as inspirações musicais da banda são bem diversas. “Ouvimos quase tudo, de jazz à música pop. Para citar influências diretas na hora de compor: Belle & Sebastian, João Gilberto, Caetano, Novos Baianos, Beatles, Blur, Jorge Ben, Los Hermanos, Wilco e por aí vai.”
O resultado desse caldeirão é claramente notado nas músicas da Bicicletas. Com um pé na bossa-nova e o outro no rock’n’roll, eles tocam uma espécie de “bossa’n’roll”, com músicas mais calmas, vocal suave e linhas de guitarra mais acústica, temperadas ao som de flauta e sax. Com pouco menos de um ano de vida, a Bicicletas já tem um CD demo gravado com 5 faixas que podem ser conferidas no MySpace e Tramavirtual —onde também é possível baixar as músicas. Eles entraram em estúdio novamente para gravar mais 5 faixas que devem entrar no EP homônimo, com lançamento previsto para final de maio.
Dentre as músicas, destaque para “Diga-lhe que mando a meia” —com a qual foram classificados, em fevereiro de 2010, para o 17º Festival de MPB de Certame da Canção do Conservatório de Tatuí— e “Alcoholic Dreams” —cujo videoclipe, dirigido por Rafael Costello (ex-Rockassetes), pode ser conferido aqui.
Além deste, a banda fez alguns vídeos em stop motion, com produção de Leo Mattos. “A intenção é melhor divulgar nossos shows por meio desses curtas (geralmente de 1min30s) de uma maneira divertida”, explica.
Além da recente apresentação no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, a Bicicletas já tocou no Studio SP, Clube Berlin, Livraria Cultura e Casa do Mancha. “O próximo passo é buscar os festivais independentes Brasil afora, que são fantásticos para intercâmbios entre bandas e mídia especializada”, conta Bruno.
Tags: Bicicletas de Atalaia, rockassetes -








