Lentes magnéticas

Após primeira exposição em São Paulo, o eterno mutante Arnaldo Dias Baptista lança vídeo no qual revela detalhes do seu universo particular nas artes plásticas.

Divulgação
Desenho de 1994 de Arnaldo Dias Baptista, da série Lentes Magnéticas

Arnaldo Baptista diz que o cérebro é a ferramenta que todos nós usamos para ter ideias e buscar a criatividade. Mas há que se fazer uma observação: a tal criatividade e conexão de ideias citada pelo eterno mutante não está em todas as mentes.

Arnaldo é um caso interessante. Filho de poeta, fundador de uma das bandas mais criativas e de sonoridade irreverente da música popular brasileira, escritor e agora artista plástico.

Sua primeira exposição saiu há pouco tempo de cartaz da galeria Emma Thomas, em São Paulo. E para encerrar esse ciclo, um novo ciclo, ele lançou em parceria com a produtora Bronca Filmes um curta abrindo as portas desse universo que, para muitos, era desconhecido.

No vídeo, gravado no sítio de Arnaldo em Juíz de Fora, Minas Gerais, ele mostra seus primeiros rascunhos, fala da influência da música em suas pinturas.

Curioso como ele fala de como memorizou os rostos dos homens e mulheres mais bonitos do universo e da sua tentativa de reunir esses mundos em uma só pintura, simétrica.

Ele também fala da importância da exposição para a sua carreira de artisa plástico.

“Assim como para o músico é importante gravar seu long play e para ele faz uma diferença passar de estudar a tocar nas rádios, passar do papel e das paredes para uma exposição em moldura e com venda, ser reconhecido como artista plástico, isso vai ser importante para a minha carreira”.

Assista ao vídeo:

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