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		<title>Lá se vão 15 anos sem o mangueboy</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpalcoalternativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[posts por autor: Andréia]]></category>
		<category><![CDATA[chico science]]></category>
		<category><![CDATA[fred 04]]></category>
		<category><![CDATA[manguebeat]]></category>

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		<description><![CDATA[(por Andréia Martins) No ritmo, samba-maracatu-. No texto, letras pontiagudas. Este era Chico Science, que no dia 2 de fevereiro de 1997, morreu aos 31 anos, depois de bater seu Fiat Uno na divisa de Recife e Olinda. Felizmente Chico teve tempo de mostrar a que veio na música, junto com sua turma de Recife: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">
<div id="attachment_2723" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/chico-em-1993_foto-fred-jordao.jpg"><img class="size-full wp-image-2723" title="chico em 1993_foto fred jordao" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/chico-em-1993_foto-fred-jordao.jpg" alt="Foto de Fred Jordão" width="300" height="229" /></a><p class="wp-caption-text">Chico Science, em 1993</p></div>
</div>
<div style="text-align: right;"><strong>(por Andréia Martins) </strong></div>
<div></div>
<p></p>
<div>No ritmo, samba-maracatu-. No texto, letras pontiagudas. Este era Chico Science, que no dia 2 de fevereiro de 1997, morreu aos 31 anos, depois de bater seu Fiat Uno na divisa de Recife e Olinda.</div>
<div></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Felizmente Chico teve tempo de mostrar a que veio na música, junto com sua turma de Recife: Fred 04, Nação Zumbi, Mundo Livre S/A e outros artistas que tentaram – e ainda tentam – fazer da música uma arte criativa, útil, rica em conteúdo e ritmos.</div>
<div></div>
<p>
<div id="_mcePaste">Chico levou a mistura manguebeat &#8211; embolada, maracatu  e rock &#8211; de Recife para o eixo Rio-SP, sendo um dos maiores representantes do Manguebeat, último movimento marcante da música brasileira, com direito até a manifesto, o “Caranguejos com Cérebro”, escrito pelo jornalista Fred 04, e símbolo, uma antena parabólica colocada na lama.</div>
<div></div>
<p>
<div id="_mcePaste">Pode parecer estranho, mas o que mais me chamava a atenção na Nação Zumbi era a guitarra. Riffs, dedilhados, o groove, o ritmo ora acelerado ora cadênciado disputa o espaço com a batucada, sempre pensei na guitarra de Lucio Maia como uma colcha de retalhos da sonoridade dos mangueboys, costurando tudo numa coisa só. A guitarra de Lucio é mistura, caos e transformação. </p>
<div></div>
<p>
<div id="_mcePaste">Fome, problemas urbanos, pobreza em Recife eram alguns dos assuntos que criaram a estética do mangue e que eram frequentes em suas músicas. O próprio manguebeat era um reflexo do caos do sistema e proprunha a ordem pelo caminho da desordem.</div>
<div></div>
<p>
<div id="_mcePaste">O objetivo da turma manguebeat era um só: como o mangue era o ecossistema biologicamente mais rico do planeta, eles queriam criar uma cena tão diversificada quanto a vida no mangue. E conseguiram, tanto que contaminaram aristas de outras áreas como a literatura e o cinema, e ajudaram a transformar Recife num pólo cultural.</div>
<div></div>
<p>
<div id="_mcePaste">O sucesso veio em 1993, quando ele fez uma rápida turnê do disco &#8220;Da Lama ao Caos&#8221; por São Paulo e Belo Horizonte. Bastou para que a mídia começasse a prestar atenção naquele rapaz baixinho, sempre usando roupas coloridas, chapéu e óculos, acompanhado da trupe da Nação Zumbi. Produzido por Liminha, o disco projetou a banda no cenário nacional com músicas como <em>A Cidade, A Praieira</em> e <em>Da Lama ao Caos</em>.</div>
<div></div>
<p>
<div id="_mcePaste">Em 1995 eles lançam &#8220;Aforciberdelia&#8221;, um dos melhores discos brasileiros de todos os tempos, com a mistura do maracatu com a eletrônica. Além de uma mega turnê nacional, a repercussão do disco foi tanta que pintaram convites para shows no exterior e até David Byrne – fã confesso da música brasileira e salvador da pátria de alguns artistas daqui, vide Tom Zé – manifestou interesse em lançá-los lá fora. Mas acabou brecado pela gravadora do grupo no Brasil.</div>
<div></div>
<p>
<div id="_mcePaste">Desentendimentos à parte, o disco já vendeu até hoje mais de 190 mil cópias. Além de Chico e Nação, o disco conta com as participações especiais de Gilberto Gil e de Marcelo D2. Um dos melhores momentos é a releitura de <em>Maracatu Atômico</em>, de Jorge Mautner, e as autorais <em>Manguetown, Macô, Criança de Domingo</em> e outras.</div>
<div></div>
<p>
<div id="_mcePaste">Com a morte de Chico, como acontece em todas as bandas que perdem sua principal figura, a Nação Zumbi ficou com um futuro incerto. Poderia tentar seguir o mesmo caminho ou dar um tempo, mudar o rumo. Ficaram com a primeira opção com algumas mudanças naturais e Jorge Du Peixe nos vocais. Responsa encarada com sucesso.</div>
<div></div>
<p>
<div id="_mcePaste">Hoje, artistas como Otto, Mombojó, Mundo Livre S/A, China, Lirinha, Karina Buhr, mantém a cena do Recife aquecida, e de certa forma, mantém vivo o que Chico Science começou. Longa vida ao mangueboy.</div>
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		<title>Cumbia brasileña</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 20:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpalcoalternativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[cone-sul]]></category>
		<category><![CDATA[posts por autor: Natasha]]></category>
		<category><![CDATA[cumbia]]></category>
		<category><![CDATA[el cartel]]></category>

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		<description><![CDATA[Ritmo latino invade festas em SP, Rio e Recife Por Natasha Ramos A cultura latina, apesar de tão próxima, ainda é pouco conhecida no Brasil. Aqui, é possível encontrar um cardápio bem variado de festas voltadas a ritmos africanos, americanos e europeus, mas, salvo raras exceções, as festas de casas dedicadas à música latina resumem-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ritmo latino invade festas em SP, Rio e Recife<br />
</em><br />
Por Natasha Ramos</p>
<div id="attachment_2710" class="wp-caption aligncenter" style="width: 294px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/El-Cartel-Credito-Rodrigo-Luz.jpg"><img class="size-medium wp-image-2710" title="El Cartel - Credito Rodrigo Luz" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/El-Cartel-Credito-Rodrigo-Luz-284x300.jpg" alt="" width="284" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Banda El Cartel. Foto: Rodrigo Luz</p></div>
<p>A cultura latina, apesar de tão próxima, ainda é pouco conhecida no Brasil. Aqui, é possível encontrar um cardápio bem variado de festas voltadas a ritmos africanos, americanos e europeus, mas, salvo raras exceções, as festas de casas dedicadas à música latina resumem-se aos gêneros mais conhecidos e popularizados nas danças de salão. No entanto, a cena da música consumida nos países de origem tem cada vez mais saído de seus becos para ganhar espaço no Brasil. E é nesse contexto que se encaixa a cumbia, ritmo que nasceu na Colômbia e se disseminou por outros países falantes do castelhano na América Latina.</p>
<p>“A cumbia está para os latinos, como o samba está para nós. Existem vários tipos de cumbia, assim como no samba”, explica João Aly, baixista e vocalista da banda El Cartel, que toca em festas em São Paulo.<br />
Ao se disseminar pelos países latino-americanos, a cumbia adquiriu sotaques e sabores diferentes. Dos primórdios na Colômbia e Panamá, passando pela chicha peruana, andina, amazônica, as variações afrocaribenhas até a villera das favelas de Buenos Aires todas são nuances da cumbia.</p>
<p>E as variações do gênero não param de surgir. A cumbia aceita bem a mistura com ritmos mais modernos. “Na festa tocamos diversas variações e remixes de cumbia com hip-hop, dub, rock, jazz, eletrônico”, diz músico e DJ Tide, idealizador da festa Guacharaca Club (SP).</p>
<div id="attachment_2711" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Tide-Credito-Marcelo-Paixao-I-Hate-Flash-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-2711" title="Tide - Credito Marcelo Paixao (I Hate Flash) 02" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Tide-Credito-Marcelo-Paixao-I-Hate-Flash-02-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Tide. Foto: Marcelo Paixão (I Hate Flash)</p></div>
<p>Um dos expoentes da cumbia em São Paulo, a banda El Cartel, formada em 2008, baseia-se na vertente mais tradicional do estilo, originária da Colômbia, com uma pitada tupiniquim. “A cumbia que tocamos hoje é genuinamente brasileira, tem a influência rítmica do Belém do Pará, por conta do [paraense] Cristiano Carimbó [tumbadoras e voz principal], e a nuances da cumbia argentina, contribuição do [argentino] Esteban Hetsch [violão e voz]. Além disso, a percussão é tocada com a guacharaca (instrumento musical cujo som assemelha-se ao do “reco-reco”) e bateria —a cumbia mais tradicional não é tocada com esse instrumento”, explica Aly.</p>
<p>Além da El Cartel, outras bandas misturam a cumbia com elementos brasileiros. Um exemplo é a Academia de Berlinda (PE), com uma pegada bem nordestina. E as festas surgem para acompanhar essa cena que, aos poucos, se forma.</p>
<p>“Existe um conceito que já vem sendo difundido há algum tempo rotulado de Tropical Bass ou Global Ghetto de festas, coletivos, selos e DJ’s que difundem a música produzida nas periferias do mundo, seja o kuduro de Angola, o funk carioca, o tecnobrega paraense, o dancehall jamaicano. É nesse cenário que a cumbia aparece”, explica Tide.</p>
<p>A festa itinerante Baile Tropical, idealizada pelo baiano Patricktor4 (DJ, radialista e produtor) e Bernardo Pinheiro (DJ e produtor), já passou por várias capitais brasileiras e até Argentina, Uruguai e França. “Atualmente, o Baile Tropical tem duas sedes: Recife (onde Moro) e Belém onde mora o Bernardo Pinheiro”, comenta Patricktor4.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_2702" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/tor4-luisahorta-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-2702" title="tor4 luisahorta 02" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/tor4-luisahorta-02-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Patricktor4. Foto: Luisa Horta</p></div>
</div>
<p>Outra, promovida mensalmente no Rio de Janeiro desde 2009, a Arriba! La Fiesta, também aborda a cumbia dentre outras vertentes latinas da festa, que costuma ser bem animada. “Existe um modo de dançar a cumbia, mas reparo que a plateia está mais preocupada em se divertir, dançando do seu próprio estilo”, comenta Marcello, o DJ MBgroove, que toca na Arriba! La Fiesta. E para citar outras festas: La Tabaquera, em Recife; Que Rico! Latin Beats, em São Paulo; e Dancing Cheetah, no Rio de Janeiro.</p>
<div id="attachment_2715" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/11.jpg"><img class="size-medium wp-image-2715" title="1" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/11-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">DJ MBgroove. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Apesar de pequena se comparada aos países vizinhos, a cena da cumbia no Brasil existe e vem crescendo cada vez mais, devido a curiosidade do público. “A quantidade de Djs que incluem a cumbia em seus repertórios, os grupos estrangeiros que se apresentam por aqui, o intercâmbio com nossos vizinhos e a iniciativa de pessoas que carregam não só a bandeira da cumbia, mas a de uma maior integração cultural com nossos hermanos são fatores que fazem essa cena crescer”, diz Tide.</p>
<p>*Matéria publicada originalmente na revista Almanaque Saraiva.</p>
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		<title>Em Bambas Dois, BiD faz mistura moderna de Brasil e Jamaica</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 13:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpalcoalternativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[posts por autor: Andréia]]></category>
		<category><![CDATA[Bambas Dois]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo BiD; Nação Zumbi]]></category>

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		<description><![CDATA[[por Andréia Martins] Há 15 anos, o produtor Eduardo BiD colocava seu nome na lista dos mais importantes produtores musicais do Brasil ao produzir, com Chico Science e a Nação Zumbi, um dos mais célebres discos da música brasileira, Afrociberdelia. De lá pra cá, BiD foi do manguebeat ao reggae, do samba ao soul, fundou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2688" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bid.jpg"><img src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bid.jpg" alt="Divulgação" title="" width="570" height="310" class="size-full wp-image-2688" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor Eduardo BiD</p></div><br />
	<strong>
<li>[por Andréia Martins]
</li>
<p></strong></p>
<p>Há 15 anos, o produtor Eduardo BiD colocava seu nome na lista dos mais importantes produtores musicais do Brasil ao produzir, com Chico Science e a Nação Zumbi, um dos mais célebres discos da música brasileira, Afrociberdelia.</p>
<p>De lá pra cá, BiD foi do manguebeat ao reggae, do samba ao soul, fundou a big band Funk Como Le Gusta e transitou pelos mais diversos ritmos da música brasileira, mas sempre trazendo em seu trabalho, seja como instrumentista, compositor, arranjador ou produtor, uma característica em comum: a mistura do velho e do novo. É o que ele repete em sua mais nova produção, Bambas Dois, um CD book que mistura ritmos, vibes e artistas do Brasil e da Jamaica.</p>
<p>“Nessa mistura, não estou inventando algo novo. Jimmy Cliff já fez isso quando, em 1969, veio ao Brasil gravar com a banda de Wilson Simonal, Dominguinhos também já mostrou sua relação com a Jamaica, assim como o Gilberto Gil já homenageou o próprio Bob Marley. O que eu fiz foi ir mais fundo nessa mistura&#8221;, diz o BiD em entrevista. O disco vem cheio de novidades, com fotos e um livro com textos inéditos, entre poesias e a saga da gravação do trabalho.</p>
<p>Em 2005, Bid produz seu primeiro álbum solo, Bambas &#038; Biritas vol. 1, reunindo a velha guarda do soul brasileiro e nomes do hip-hop, num resultado muito bem recebido pelo público. Bambas Dois é, até certo ponto, uma continuidade.</p>
<p>O disco reúne nomes como Luiz Melodia, Dominguinhos, Chico César, as cantoras Karina Buhr, Céu, o baixista Bi Ribeiro (Paralamas do Sucesso), Siba, Dada Yute, integrantes da Nação Zumbi – como o guitarrista Lucio Maia –, entre outros brasileiros, com a nata da música contemporânea da Jamaica: Sizzla Kalonji, Kymani Marley, I Wayne, Jesse Royal, Queen Ifrica, The Heptones, Tony Rebel, U-Roy e Luciano, só para citar alguns. Todos se misturam e se dividem entre instrumentos e vocais nas 14 faixas do disco – 13 inéditas e uma versão mais reggae de Something, clássico dos Beatles.</p>
<p>A já citada mistura de gerações também é um ponto alto do disco. “Nessa mistura do velho e do novo, eu acho que rola uma troca super honesta dos dois lados. Os mais velhos emprestam a sua quilometragem e, ao mesmo tempo, os novos permitem que os mais velhos se atualizem”, diz BiD.</p>
<p><div id="attachment_2693" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bambas1-300x300.jpg"><img src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bambas1-300x300.jpg" alt="Divulgação" title="" width="300" height="300" class="size-full wp-image-2693" /></a><p class="wp-caption-text">O disco Bambas Dois</p></div>O resultado são encontros primorosos. Temos Chico César e Jah Marcus em “Little Johnny”, cheia de groove, o xote “Brasil (Little Sunday)”, com e Ky-mani Marley e Dominguinhos, o dueto de U-Roy e a percussão de Papete em “Children of the Future”, e Karina Buhr, que tem participação dupla, primeiro em “Lehá Doddi”, com a rabeca de Siba e o Dub de Oku Onuora, e depois com Jesse Royal em “World Cry”, onde, segundo BiD, Karina empresta “seu canto de lavadeira”.</p>
<p>Um desejo de BiD era ter Gilberto Gil no CD. “Gostaria muito de ter o Gil nesse disco, até porque ele já homenageou o Bob Marley e tinha tudo a ver. Ele topou, achou a ideia interessante, mas a agenda impediu”.</p>
<p><strong>Foi num passeio de barco&#8230;<br />
 </strong></p>
<p>Curioso é pensar que o acaso tem boa parte da “culpa” pela realização desse disco. BiD teve o estalo para esse trabalho durante um passeio de barco pelo mar caribenho, em janeiro de 2010. “Fui acompanhar a gravação de um amigo na Jamaica e, durante um passeio de barco para mergulhar, coloquei uma música do disco Francisco, Forró y Frevo, do Chico César, e o piloto começou a cantar. Na hora, pensei: é isso, vou fazer um disco assim”, lembra.</p>
<p>A ideia ficou na cabeça e BiD decidiu mandar bala. Voltou à Jamaica tempos depois com o produtor Gustah, que também assina a produção do disco, levando 13 composições. Chegando lá, encontrou-se com 13 representantes da cena musical jamaicana. </p>
<p>Cada um compôs a letra da música que cantou, muitas vezes em parceria com os brasileiros. “É evidente o parentesco dos ritmos jamaicanos e nordestinos, mas a junção deles resultou numa terceira coisa que não é reggae nem forró. As músicas renasceram”, conta BiD.</p>
<p>“Quando cheguei lá, os jamaicanos ficaram meio desconfiados, pensando &#8216;quem são esses brancos chegando?&#8217;, mas, assim que falei que era do Brasil, eles lembraram do Ronaldinho. E depois, ao mostrar o som, eles percebiam que o projeto era algo diferente”, conta ele.</p>
<p>[Matéria publicada no <a href="http://www.saraivaconteudo.com.br">Saraiva Conteúdo</a>]
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		<title>Tango pop com Las Rositas</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 20:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpalcoalternativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[cone-sul]]></category>
		<category><![CDATA[posts por autor: Andréia]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
		<category><![CDATA[las rositas; astor piazzolla]]></category>
		<category><![CDATA[tango]]></category>

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		<description><![CDATA[[por Andréia Martins] À primeira vista, elas parecem tudo, menos um trio de tango. Quando reparamos em seus instrumentos – violino, violão e piano -, a impressão é a mesma. Mas basta a primeira nota para você entender que o Las Rositas é sim um grupo de tango, mas com algo diferente. O trio formado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ol>
<a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/11/rositas.jpg"><img src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/11/rositas.jpg" alt="" width="433" height="245" /> </a></p>
<p><strong>[por Andréia Martins]<br />
</strong></p>
<p>À primeira vista, elas parecem tudo, menos um trio de tango. Quando reparamos em seus instrumentos – violino, violão e piano -, a impressão é a mesma. Mas basta a primeira nota para você entender que o <strong>Las Rositas </strong>é sim um grupo de tango, mas com algo diferente.</p>
<p>O trio formado por Cecilia Palma (violão), Gabriela Palma (violino) e Ana Belén Disandro (piano), o trio natural de Córdoba faz parte dessa nova geração de artistas argentinos que abraçou um gênero antigo e tradicional da terrinha para apresentá-lo a um novo público, em novas versões e interpretações. As performances &#8211; Ana, sempre sorridente, comanda o duelo de cortas entre Cecília e Gabriela &#8211; renderam a elas o apelido de “revolucionárias do tango” pela imprensa argentina.</p>
<p>“É o encanto do tango que faz com que esse gênero sobreviva ao tempo. E ainda há algo mágico, que atrai tantas gerações, não apenas na Argentina, mas em todo o mundo. O tango tem melancolia, alegria, é sutil, uma força que tem um pouco de tudo. O tango é muito humano, e isso o faz transcendental”, diz Ana Belén ao Palco Alternativo.</p>
<p>O grupo esteve recentemente no Brasil para uma turnê que passou por São Paulo capital e algumas cidades do interior. Essa não foi a primeira vez do trio por aqui. Aliás o Brasil já está virando uma segunda casa para a garotas.</p>
<p>O trabalho das meninas mistura composições próprias e releituras “misturando o ancestral com o pop e o eletrônico”, diz Ana. Sobre o apelido de “revolucionárias”, ela diz que é “um bom elogio”. “Na verdade buscamos isso todos os dias. Misturar o tradicional com novos estilos e instrumentos é o que faz de nosso trabalho chamativo e desafiador”.</p>
<p>Entre os autores que ganham novas versões nas mãos do trio estão nomes como Carlos Gardel, Astor Piazzolla, Osvaldo Pugliese e Rosita Melo, autora de um dos mais famosos tangos argentinos, “Desde el Alma” e que inspirou o nome Las Rositas.</p>
<p>“Rosita é um nome muito representativo da mulher argentina. Pode ser a mulher que canta tango ou mesmo a lavadeira. Além disso, tem a ideia perfeita do que queremos transmitir”, diz a pianista.</p>
<p>Conhecida a história do nome, passemos para a de como tudo começou, parte na qual o Brasil tem papel importante.</p>
<p>“Em 2007 viemos fazer um curso de música clássica e nos apresentamos com uma orquestra de Córdoba. Nas reuniões e ensaios as pessoas dos outros países viviam nos pedindo para tocarmos um tango. Então começamos, primeiro com Piazzolla, e desde então nunca mais abandonamos o tango”.</p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Z2QKDcVU7qk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Para 2012 elas preparam um novo disco. “Será inovador e terá clássicos de tango gravados em formato acústico, outros com bases eletrônicas e também composições próprias”, revela. Com relação ao eletrônico, Ana diz que é diferente do que se vê, “um tipo de tango eletrônico up”. É esperar para ver.</p>
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		<title>Festival São Paulo Representa traz 26 shows de artistas da nova cena musical brasileira</title>
		<link>http://www.palcoalternativo.com.br/2011/11/25/festival-sao-paulo-representa-traz-26-shows-de-artistas-da-nova-cena-musical-brasileira-a-precos-populares-na-sala-guiomar-novaes/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 18:42:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na semana de estreia, Afasia toca dia 02 e Pélico dia 03 Entre os dias 02 de dezembro de 2011 e 24 março de 2012 o projeto São Paulo Representa ocupará a Sala Funarte Guiomar Novaes com um panorama da produção musical paulistana. Ao todo serão realizados 26 espetáculos musicais e dois debates sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2666" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/11/pelico_fotoPB-creditos-Theo-Craveiro1.jpg"><img src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/11/pelico_fotoPB-creditos-Theo-Craveiro1-300x200.jpg" alt="" title="pelico_fotoPB creditos Theo Craveiro[1]" width="300" height="200" class="size-medium wp-image-2666" /></a><p class="wp-caption-text">Cantor Pélico, que se apresenta no festival São Paulo Representa</p></div>
<p><em>Na semana de estreia, Afasia toca dia 02 e Pélico dia 03 </em> </p>
<p>Entre os dias 02 de dezembro de 2011 e 24 março de 2012 o projeto São Paulo Representa ocupará a Sala Funarte Guiomar Novaes com um panorama da produção musical paulistana. Ao todo serão realizados 26 espetáculos musicais e dois debates sobre a cena independente da capital paulista.</p>
<p>Durante 13 semanas, às sextas e aos sábados, a São Paulo Representa abrigará artistas de diferentes estilos que vêm chamando a atenção na cena atual. É o encontro de ritmos, arranjos e melodias das mais variadas origens que a cosmopolita e multicultural São Paulo possibilita e acolhe. Nas sextas-feiras, a música instrumental é que toma conta da programação, já os sábados são destinados à música cantada. As apresentações terão início às 19h30 com ingressos a preços populares – R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia-entrada). Os debates são informais, gratuitos e têm como objetivo discutir a distribuição e produção musical independente. </p>
<p>Dia 02 o Afasia abre o festival, seguido por Pélico no dia 03. Além deles, representantes da cena como Rodrigo Campos, Criolo, Hurtmold, Kamau, Gui Amabis, Instituto, Curumin, Karina Buhr e outros irão se apresentar durante esses 4 meses de programação. Dia 3 será realizado o primeiro debate, sobre distribuição independente. Comandando a discussão estarão o rapper Xis, proprietário do selo 4P e Maurício Bussab, sócio fundador da Tratore, a maior distribuidora de música independente no Brasil. Atualmente, a distribuidora conta com 1.600 títulos em seu catálogo, chegando a 500 lojas de diferentes regiões do país. </p>
<p>O projeto São Paulo Representa foi selecionado pela Fundação Nacional de Artes &#8211; Funarte no edital de Ocupação da Sala Funarte Guiomar Novaes.</p>
<p><strong>AFASIA</strong><br />
Formado em 2009 pelos músicos Akin (programações, efeitos e sintetizadores) e Carlos Issa (Objeto Amarelo), o duo de música instrumental e experimental Afasia utiliza-se ao vivo de recursos variados &#8211; baterias eletrônicas, sintetizadores, samplers, teclados, pedais de efeito e controladores &#8211; para caminhar livremente entre a ambiência e o ruído, explorando sons industriais e orgânicos na construção de novas sonoridades.<br />
Cada show do Afasia possui uma atmosfera diferente, já que a espontaneidade na manipulação de cada timbre e nota é o único fator comum a cada apresentação.</p>
<p><strong>PÉLICO</strong><br />
Com 3 EPs e dois CDs de carreira, Pélico conquistou o público e a crítica com o álbum “Que Isso Fique Entre Nós” (2011). Passeando por diversas sonoridades, o músico e cantor paulistano produziu um trabalho bastante original e autoral. Nesse show Pélico (voz, guitarra e violão) será acompanhado por Jesus Sanchez (baixo), Tony Berchmans (sanfona, piano elétrico emsintetizador), Richard Ribeiro(bateria), RegisDamasceno (guitarra). Confira abaixo a programação completa da ocupação São Paulo Representa.</p>
<p><strong>Serviço:<br />
Festival São Paulo Representa </strong> </p>
<p><strong>DEBATE</strong>Tema: Distribuição Independete<br />
Mediadores: Xis e Mauricio Bussab<br />
Data: 03 de dezembro<br />
Local: Sala Guiomar Novaes<br />
Horário: 11h30<br />
Entrada Franca</p>
<p><strong>SHOWS</strong><br />
Data: 02 de dezembro a 24 de março de 2012<br />
Horário: sexta e sábado às 19h30<br />
Local: Sala Guiomar Novaes<br />
Endereço: Al. Nothmann 1058<br />
Capacidade:143 lugares<br />
Censura: livre<br />
Preço: R$5</p>
<p><strong><br />
PROGRAMAÇÃO</strong> </p>
<p>Dezembro<br />
Dia 2 Sexta: Afasia<br />
Dia 3 Sábado: Pélico<br />
Dia 9 Sexta: Guizado<br />
Dia 10 Sábado: Danilo Moraes<br />
Dia 16 Sexta: CoffeeBreakers<br />
Dia 17 Sábado: Vespas Mandarinas</p>
<p>Janeiro<br />
Dia 13 Sexta: Porto<br />
Dia 14 Sábado: Fabio Góes<br />
Dia 20 Sexta: Psychojazz<br />
Dia 21 Sábado: Rodrigo Campos<br />
Dia 27 Sexta: MarginalS<br />
Dia 28 Sábado: Kamau</p>
<p>Fevereiro<br />
Dia 3 Sexta: Hurtmold<br />
Dia 4 Sábado: Amabis<br />
Dia 10 Sexta: Improvisado<br />
11 Sábado:  Curumin<br />
24 Sexta: João Erbetta Trio<br />
25 Sábado: Criolo</p>
<p>Março<br />
2 Sexta: Sambanzo<br />
3 Sábado: R. Brandão<br />
9 Sexta: Bodes &#038; Elefantes<br />
10 Sábado: Karina Buhr<br />
16 Sexta: Elma<br />
17 Sábado: Metá Metá<br />
23 Sexta: Bojo<br />
24 Sábado: Instituto</p>
]]></content:encoded>
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		<title>HQ e música, de Buenos Aires a São Paulo</title>
		<link>http://www.palcoalternativo.com.br/2011/11/25/hq-e-musica-de-buenos-aires-a-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 16:46:55 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[notas]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo e Buenos Aires se cruzam no mesmo ambiente e com as mesmas referências na exposição “X-Sampa, uma Viagem Musico-Visual”, criada pelos artistas paulistanos Bruno Mestriner e Yuri Garfunkel. A exposição fica em cartaz até 3 de dezembro na Matilha Cultural. Para quem acompanha o Palco Alternativo, as peripécias dessa dupla não são novidade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/11/sopa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2641" title="sopa" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/11/sopa.jpg" alt="" width="431" height="210" /></a></p>
<div id="_mcePaste">São Paulo e Buenos Aires se cruzam no mesmo ambiente e com as mesmas referências na exposição “X-Sampa, uma Viagem Musico-Visual”, criada pelos artistas paulistanos Bruno Mestriner e Yuri Garfunkel. A exposição fica em cartaz até 3 de dezembro na Matilha Cultural.</div>
<div></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Para quem acompanha o Palco Alternativo, as peripécias dessa dupla não são novidade. Da última vez <a href="http://www.palcoalternativo.com.br/2009/04/09/estudio-sopa-grafix-leva-exposicao-e-musica-para-bares-de-sao-paulo/">eles embarcaram em uma exposição-show itinerante que passou por diversos locais de São Paulo, em 2009</a>.</div>
<div></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Agora a experiência foi ainda mais curiosa: conectar os dois principais polos culturais da América do Sul – Buenos Aires e São Paulo – através da música e das artes gráficas.</div>
<div></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Bruno e Yuri produziram uma HQ de 100m² com ilustrações feitas em pontos turísticos visitados por eles tanto na capital argentina quanto na paulista. Os quadros são expostos em sequência narrativa, formando 17 páginas de histórias e 85 quadros de tamanhos variados.</div>
<div></div>
<p>
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Xko6BM3Nz5M" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<div id="_mcePaste">A viagem até a capital argentina durou cinco dias e incluiu passagens rápidas pelas cidades de Curitiba, Francisco Beltrão, Paso de los Libres e Gualeguaychu, percurso todo realizado em um furgão estilizado pelos próprios artistas. A residência dos paulistanos em Buenos Aires levou quase dois meses para montar o texto e as imagens e teve ajuda de artistas locais.</div>
<div></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">A história tem como base o personagem Sopa e, além de imagens, recorre à música para relacionar os personagens e os cartões postais. Em algumas sessões, a banda criada por membros do estúdio faz a trilha sonora ao vivo.</div>
<div></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Durante este período, Bruno e Yuri ficaram instalados no Conventillo Verde, um ateliê e galeria de arte, onde tocaram e estrearam a primeira etapa do X-Sampa e fizeram contato com artistas locais de diversas áreas.</div>
<div></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Dentre o processo de criação em São Paulo, foram gravados sete temas – todos de autoria da dupla com referências à capital paulista. No arranjo, baixo, flauta e algumas guias de percussão eletrônica. Este material foi encaminhado à Gabriela Elasche, produtora do X-Sampa na Argentina, que indicou os percussionistas locais Gastón Carabajal e Nani Fiorenza. Pesquisadores de música afro latina, Nani e Gastón trabalharam os temas entre eles, acrescentando ritmos e instrumentos inusitados.</div>
<div></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Nesses encontros também tiveram a oportunidade de pesquisar a música local e de mostrar um pouco da música paulista que inspirou os trabalhos sobre São Paulo: Adoniran Barbosa, Mutantes, Racionais MC’s, Tom Zé, Ratos de Porão, Itamar Assumpção, entre outros. Durante sua permanência, a dupla empreendeu uma extensa pesquisa em fontes históricas por toda cidade, relacionando lugares, músicas e personagens.</div>
<div></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">No dia 3, o SOPA apresenta a versão &#8216;show&#8217; da exposição, às 19h. Corre lá!</div>
<div></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste"><strong>X-Sampa, uma Viagem Musico-Visual</strong></div>
<div id="_mcePaste">Onde: Matilha Cultural (Rua Rêgo Freitas, 542. Centro – São Paulo)</div>
<div id="_mcePaste">Quando: De terça a sexta, das 12h às 21h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 20h.</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Artistas do Minimecenas se apresentam no auditório do Ibirapuera nesta sexta</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 12:29:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[posts por autor: Natasha]]></category>
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		<description><![CDATA[Projeto de Lulina conta com apresentações de Pélico, Pipo Pegoraro, Flu, Blubell, Juliana R., Rhaíssa Bitar,Dudu Tsuda, Marcelo Birck e Nereu [Por Natasha Ramos] Amanhã (4/11), às 21 horas, o projeto Minimecenas (site colaborativo de artistas de diferentes estilos: www.minimecenas.com.br), idealizado pela cantora e compositora Lulina, fará sua primeira apresentação, no palco do Auditório Ibirapuera. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Projeto de Lulina conta com apresentações de Pélico, Pipo Pegoraro, Flu, Blubell, Juliana R., Rhaíssa Bitar,Dudu Tsuda, Marcelo Birck e Nereu</em></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_2633" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Minimecenas1.jpg"><img class="size-full wp-image-2633" title="Minimecenas" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Minimecenas1.jpg" alt="" width="400" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">Artistas do Minimecenas, que se apresentam amanhã (4). Foto: Paulo Papaleo</p></div>
</div>
<p style="text-align: justify;">[<em>Por Natasha Ramos</em>] Amanhã (4/11), às 21 horas, o projeto Minimecenas (site colaborativo de artistas de diferentes estilos: <a href="http://www.minimecenas.com.br/">www.minimecenas.com.br</a>), idealizado pela cantora e compositora Lulina, fará sua primeira apresentação, no palco do Auditório Ibirapuera. Com direção musical de Mauricio Tagliari e de Lulina, a apresentação conta com os músicos Pélico, Pipo Pegoraro, Flu, Blubell, Juliana R., Rhaíssa Bitar, Dudu Tsuda, Marcelo Birck e Nereu, além do quadrinista André Kitagawa, que vai lançar sua nova HQ.</p>
<p style="text-align: justify;">O cantor e compositor Pélico abre a noite com<em> Recado</em> e <em>Que Isso Fique Entre Nós</em>. Na sequência, a cantora Rhaíssa Bittar apresenta <em>Pa Ri</em> e <em>Dig Dom</em>. Pipo Pegoraro traz duas faixas de seu segundo e recém lançado CD, <em>Taxi Imã</em> – a faixa homônima, além de <em>Radinho</em>. Blubell, que acaba de voltar de uma turnê pelo Japão, canta <em>Música</em> e <em>La Vie en Chose</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Dando prosseguimento às apresentações, Dudu Tsuda interpreta <em>Le Jour ou Erik Satie a Rencontré Stereo Lab</em> e <em>Music</em> <em>to Fade Away – Part 1</em>. A jovem cantora Juliana R. vem em seguida com <em>Fuga </em>e <em>Dry These Tears</em>. O gaúcho Marcelo Birck apresenta <em>Tricicloscópio </em>e <em>Olhos Negros</em>. Depois, é a vez de <em>Flu </em>(Flávio Santos) com <em>Bom Menino</em> e <em>Batan Batan. </em> Nereu esquenta ainda mais a platéia com <em>Ela Merece um Samba</em> e <em>Me Faz Cosquinha</em>. Para encerrar a noite, todos os artistas se reúnem no mesmo palco para interpretar o clássico <em>El Justiciero</em> (Os Mutantes).</p>
<p style="text-align: justify;">André Kitagawa participa desta noite com o anúncio de lançamento de sua nova HQ em forma de pôster, que autografará no fim do espetáculo. Ele que transita por atividades ligadas à arte do desenho –entre ilustração, animação e design– tem um talento especial para fazer histórias em quadrinhos. Já lhe renderam, até, um Salão Internacional de Piracicaba e um prêmio HQ Mix e a adaptação para o teatro de uma de suas histórias, <em>Chapa Quente</em>, por Mario Bortolotto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto Minimecenas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lançado em setembro de 2011 por Lulina, o site propõe a adoção de artistas nas áreas de música, fotografia, literatura, dança e artes plásticas e conta com estrelas de primeira grandeza como Arnaldo Baptista, Kiko Dinucci, Bárbara Eugênia entre outros de diferentes estilos.  “O Minimecenas não pretende provocar uma revolução. Só queremos viabilizar a produção de projetos e artistas que não têm tanto espaço na mídia tradicional”, diz Lulina. “Ele oferece uma estrutura para que os artistas se mobilizem com os seus próprios fãs e possíveis marcas patrocinadoras, independentemente do resto do mercado. É principalmente para produções independentes que o site existe”, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Minimecenas no Auditório Ibirapuera</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com Pélico, Pipo Pegoraro, Dudu Tsuda, Blubell, Flu, Juliana R., Rhaíssa Bitar, Marcelo Birck e Nereu e lançamento de HQ, com André Kitagawa<br />
<strong><br />
Quando: 4 de novembro (sexta-feira), às 21h<br />
</strong><strong>Quanto:</strong> Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada)<br />
<strong>Onde: </strong>Auditório Ibirapuera<strong> </strong>(Av. Pedro Alvares Cabral, s/n – Portão 2 do Parque do Ibirapuera (Entrada para carros pelo Portão 3) <strong>Tel:</strong> 3629-1075</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Exclusivo: O folk-rock lo-fi de Matt Adams</title>
		<link>http://www.palcoalternativo.com.br/2011/10/29/exclusivo-o-folk-rock-lo-fi-de-matt-adams/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 23:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpalcoalternativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[matérias especiais]]></category>
		<category><![CDATA[posts por autor: Andréia]]></category>
		<category><![CDATA[matt adams; the blank tapes; folk; califórnia; lo-fi]]></category>

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		<description><![CDATA[[por Andréia Martins] Matt Adams é um tipo curioso. Este californiano é a mente por trás do The Blank Tapes e não à toa, muitas vezes é chamado de uma “máquina da música”. Tudo porque ele já lançou mais de 100 músicas nos sete anos de carreira da banda – que tem seis discos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_2613" class="wp-caption aligncenter" style="width: 305px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/matt_adams_1.jpg"><img class="size-full wp-image-2613  " title="matt_adams_1" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/matt_adams_1.jpg" alt="Divulgação-Site Oficial" width="295" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">Matt Adams</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>[por Andréia Martins]</strong></p>
<p style="text-align: left;">Matt Adams é um tipo curioso. Este californiano é a mente por trás do <strong>The Blank Tapes</strong> e não à toa, muitas vezes é chamado de uma “máquina da música”. Tudo porque ele já lançou mais de 100 músicas nos sete anos de carreira da banda – que tem seis discos na bagagem e muitos quilômetros rodados em tours pelo mundo todo -, sem contar que, na hora de gravar, é ele quem cuida de todos os instrumentos.</p>
<p style="text-align: left;">“Eu estou sempre pensando em música, trabalhando em duas ou três ao mesmo tempo. É para isso que minha cabeça funciona”, disse ele em <strong>entrevista exclusiva ao Palco Alternativo</strong>, pouco antes de estrear sua turnê 2011 no Brasil, mais precisamente em São Paulo, na Casa do Mancha.</p>
<p style="text-align: left;">Pacato, sempre com seu bloquinho de anotações a tira colo, Matt é natural de Orange County no ensolarado Estado americano da Califórnia, e depois se mudou para São Francisco – o que ele mais costa lá? As cores. Começou o Blank Tapes em 2003, quando lançou seu disco de estreia, o excelente <em>Country Western Honky Tonk Sallon Blues</em>, pura essência do folk americano, mas com ares praianos.</p>
<p style="text-align: left;">A turnê ainda faz parte do último trabalho da banda, <em>Home Away From Home</em>, de 2010. Um disco diferente dos anteriores, tanto na sonoridade quanto no formato; com 10 músicas, é seu disco mais enxuto já que ele costuma lançar álbuns com mais de 15 faixas.</p>
<p style="text-align: left;">“A mudança foi que&#8230; bem, primeiro eu queria lançar este trabalho em vinil, o que permite em média 40 minutos de música. Como a gravadora também queria um disco curto, quis que ele tivesse um conceito e fosse focado em determinados estilo e sonoridade”, disse Matt. “Já escrevi muitas coisas gentis, alegres e otimistas. Agora eu estou tentando expressar esse lado mais escuro, mais grave. Eu sempre tive este álbum em mim”.</p>
<div id="attachment_2619" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/homeaway1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2619" title="homeaway" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/homeaway1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do vinil de Home Away From Home</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Escrito em uma van – enquanto ele cruzava cidades para se apresentar -, o resultado foi um disco mais elétrico e com composições mais despojadas comparado com os trabalhos anteriores. Aliás, enquanto ele compunha os primeiros versos de “Drivin’ Out Of My Mind”, ao volante, ele literamente saiu da pista e foi parado por policiais. O que ele respondeu que estava fazendo? Provavelmente, “drivin’ out of my mind”.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="81" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F1974228" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F1974228" allowscriptaccess="always"></embed></object><span><a href="http://soundcloud.com/playwhitenoise/the-blank-tapes-we-can-do-what-we-want-to">The Blank Tapes &#8211; We Can Do What We Want To</a> by <a href="http://soundcloud.com/playwhitenoise">playwhitenoise</a></span></p>
<p style="text-align: left;">O modo de gravar não surpreende em se tratando de Matt. Já há um tempo ele trocou os grandes estúdios por um gravador de fitas cassetes mais simples, onde ele consegue gravar oito músicas e conta com recursos mínimos, aderindo ao “<em>lo-fi way of recording</em>”.</p>
<p style="text-align: left;">“Quando eu comecei a gravar minhas músicas, com 16, 17 aos, usava ferramentas digitais como todo mundo. Mas chegou um momento que aquele excesso de possibilidades me fazia perder o foco. Você fica refazendo a música&#8230; para sempre. Era demais para mim”, conta.</p>
<p style="text-align: left;">Para ele, a possibilidade de gravar em seu quarto, em uma van ou mesmo na garagem, deixa a música mais real, com a “sujeira necessária”. “O lance é saber do que a música realmente precisa. Gosto dos limites que esse formato impões, onde tenho que ser mais criativo”.</p>
<p style="text-align: left;">Ao longo dos anos, Matt diz ter se tornado um músico e compositor melhor. “A maior mudança é que me tornei um cantor melhor, e as letras melhoraram. Antes mesmo do Blank Tapes, fico constrangido com as coisas que escrevi”, diz ele rindo. “Não sabia o que eu queria dizer naquela época&#8230; Não tenho certeza se sei ainda hoje”.</p>
<p><strong>Revirando o baú de Matt Adams</strong><em> </em></p>
<p style="text-align: left;"><em><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/disco_country.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2617" title="disco_country" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/disco_country-300x300.png" alt="" width="210" height="210" /></a>Country Western Honky Tonk Saloon Blues</em> foi lançado de maneira independente e imediatamente começou a atrair a atenção da imprensa californiana. Influenciado por artistas como Leonard Cohen e Velvet Underground, o Blank Tapes passou a integrar a crescente cena do som de raízes americanas que ecoava com artistas contemporâneos como, por exemplo, Lambchop e Ryan Adams.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">O disco traz letras falando de aventuras com amigos, amores [<em>I’m Lookin For Love</em>, uma história engraçada de um cara enganado por uma mulher casada e que resume seu problema em uma frase: “estou procurando o amor na cidade errada”] e a eterna busca do seu lugar no mundo [<em>Over the Mountain</em>, com ares melancólicos], com direito a doses de psicodelia [herdada da influência do hard rock] e de humor ora aqui, ora acolá. Como ele diz na faixa “Mama Showed Me Love”: &#8220;Mamãe nunca me falou sobre as corporações / Mamãe nunca me disse o que realmente havia lá fora / Muitas vezes me senti confuso e não conseguia me mexer&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Na faixa “Where Am I Now”, a sensação de deslocamento é latente, e Matt canta: &#8220;Sou um turista em minha casa&#8221; e &#8220;Vai doer andar na ponta dos pés&#8221;. Já em “Walking” e “Floating Away”, Matt canta seus destenperos e, no final, não se cansa de repetir &#8220;It&#8217;s all up to me&#8221;. Quase sempre é.</p>
<p style="text-align: left;"> <em>Landfair</em> (2005), segundo disco, traz a banda usando mais guitarras. O formato elétrico só seria mais explorado pela banda em discos mais adiante. Dois anos depois, Matt lançou <em>Friends &amp; Favorites</em>. Um disco melancólico, reflexivo só com covers. Destaques para a delicada “Queen of Valencia”, em parceria com Lauren Cobb, a obscura e bonita “Belly Dancer”, com Kathryn Jensen, “Oceans of Blue” e o folkmantra “Firefly”, com Matt McCluer e Kathryn Jensen.</p>
<p style="text-align: left;">Em <em>Daydreams</em>, também lançado em 2007, Matt deixa um pouco de lado o violão e volta a apostar nas guitarras, produzindo um disco de rock bem alternativo com riffs e faixas longos – ao todo, são 26 músicas. Talvez seja seu disco com composições próprias mais “sólidas” desde o <em>debut</em> em 2003 e, sem dúvida, um de seus melhores trabalhos.</p>
<div id="attachment_2620" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/matt_adams2.jpg"><img class="size-medium wp-image-2620" title="matt_adams2" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/matt_adams2-300x229.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a><p class="wp-caption-text">A foto oficial da banda de um homem só</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Em 2008, Matt conta que percebeu que entre parcerias e jam sessions estava tocando em umas 15 bandas. Ele decidiu então que o melhor era juntar todas essas músicas em um álbum. Daí nasceu <em>Universal Western Attractions</em>, um disco com sonoridade diversa – hippie, podemos dizer -, que mostra bem a riqueza do baú musical de Matt.</p>
<p style="text-align: left;">Agora é esperar as próximas surpresas da caixinha musical de Matt Adams. Para este ano, ele disse que pretende lanar um disco em formato digital. Já para 2012, devem sair dois ou três discos. “Músicas não faltam. Quero colocá-las todas para fora”.</p>
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		<title>Diversão &#8211; e música &#8211; entre amigos</title>
		<link>http://www.palcoalternativo.com.br/2011/10/09/diversao-e-musica-entre-amigos/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 01:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpalcoalternativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[posts por autor: Andréia]]></category>
		<category><![CDATA[raio-x]]></category>
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		<category><![CDATA[subburbia]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde 2007 um grupo de amigos se reúne num sotão, em Curitiba, para se divertir, fazer barulho e, o melhor, criar canções. Este é o Subburbia [Por Andréia Martins] A palavra trabalho não está no vocabulário do quarteto que hoje forma a banda Subburbia. Ensaiar, marcar shows e toda a correira que montar uma banda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="text-align: center;"><em><br />
Desde 2007 um grupo de amigos se reúne num sotão, em Curitiba,<br />
para se divertir, fazer barulho e, o melhor, criar canções. Este é o Subburbia</em></div>
<div id="attachment_2589" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/subburbia-1.jpg"><img src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/subburbia-1.jpg" alt="Foto: Estella Flores" title="subburbia (1)" width="620" height="414" class="size-full wp-image-2589" /></a><p class="wp-caption-text">O quarteto curitibano Subburbia</p></div>
<li><strong>[Por Andréia Martins]</strong></li>
<p>A palavra trabalho não está no vocabulário do quarteto que hoje forma a banda Subburbia. Ensaiar, marcar shows e toda a correira que montar uma banda dá não é vista como trabalho pelo grupo curitibano. A música funciona como uma desculpa para a reunião entre amigos e horas de diversão.</p>
<p>Como a própria banda diz, a ideia &#8220;é se encontrar e falar sobre assuntos diferentes que vão da cultura pop atual a ícones como Lynch, Cronenberg, Warhol e Basquiat. Feito uma gangue, andam juntos e se veem todo dia, mesmo que não tenham ensaio&#8221;. &#8220;A gente tenta ganhar dinheiro encontrando os amigos e fazendo barulho&#8221;, diz E1000 (voz). Além dele, completam o quarteto Penny (voz e gui­tarra), Vir (bate­ria) e Ernani (sinths e baixo). </p>
<p>Para a barulheira, nada de estúdio, garagem ou sala de casa. O QG da banda é o sótão do sebo que pertence a E1000, já há quase uma década, localizado no bairro de Água Verde, em Curitiba. &#8220;É no sotão do sebo que a gente produz 90% do nosso material. Toda música que é minha (a Penny também compõe), tem alguma citação a ver com a literatura&#8221;, diz ele. Na faixa <em>Stevie Nicks</em>, por exemplo, quem prestar atenção vai encontrar o Oscar Wilde entre os versos, na frase &#8220;You&#8217;re My  Favorite Female Dorian&#8221;.</p>
<p>Na estrada desde 2007, a formação atual da banda é recente. Ernani está desde 2009 enquanto as gurias, como diz E1000, entraram na banda este ano. Curiosamente, o entrosamento já é total.  &#8220;Entramos numa sintonia única (resultado de horas bebendo e ouvindo Smashing Pumpkins e Prince), e em consequência passaram a prestar atenção na gente&#8221;, diz o vocalista.</p>
<p><object height="81" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F23134373"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F23134373" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object>  <span><a href="http://soundcloud.com/subburbia/bullets">A-Side &#8211; Bullets</a> by <a href="http://soundcloud.com/subburbia">subburbia</a></span> </p>
<p><object height="81" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F24343983"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F24343983" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object>  <span><a href="http://soundcloud.com/subburbia/02-stevie-nicks">B-side &#8211; Stevie Nicks</a> by <a href="http://soundcloud.com/subburbia">subburbia</a></span> </p>
<p>O trabalho do quarteto é baseado em EPs e singles, uma opção da banda. &#8220;Por enquanto acho que os singles estão  fazendo o seu papel, mas com certeza vai chegar a hora de gravar um disco  e, quando ele sair, quero ter certeza que será realmente relevante&#8221;, comenta E1000.</p>
<p>O primeiro EP, chamado Subburbia, foi lançado em junho de 2008 e traz 4 faixas: <em>Out of drugs, Soul Sister </em>[música sobre a frustração de E1000 por não conseguir escrever como Sam Cooke, Stevie Wonder e Prince, este, ao que tudo indica, é uma figura presenete no espírito da banda], <em>9,10 once again!</em>, e <em>Jesus Express</em>. Depois veio o EP  John D. Rockefeller. Além da faixa original, UR Here, traz dois remixes: um produzido pelo DJ Kurc e outro pela Jo Mistinguett, produtora da faixa original.</p>
<p>O single mais recente, <em>Bullets</em> &#8211; lançado em setembro deste ano e cujo lado B é a faixa <em>Stevie Nicks</em> -, produzido por Eduardo Ramos, reforça a pegada dançante da banda, misturando grunge, new-wave e disco. A combinação é bombásticas nas apresentações ao vivo do grupo, cujo destaque vai para a performance de E1000. &#8220;Me vejo meio Bez do Happy Mondays&#8230; Mas acho que as pessoas gostam do nosso show porque a gente se diverte&#8221;, diz ele.</p>
<p><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Bullets_capa.jpg"><img src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Bullets_capa.jpg" alt="Capa de Estella Flores" title="Bullets_capa" width="600" height="600" class="aligncenter size-full wp-image-2580" /></a></p>
<p><strong>O quinto elemento<br />
</strong><br />
A designer <a href="http://www.estellef.com/">Estelle Flores</a> é o que se pode chamar de quinto elemento do Subburbia. Mas E1000 tem uma definição muito mais cool para ela: &#8220;é o nosso Andy Warhol de saias&#8221;. Cartazes, flyers, fotos e até o figurino despretensioso da banda têm direção de arte de Estelle. </p>
<p>&#8220;Ela está sempre com a gente e , como é uma das melhores ilustradoras do Brasil, foi natural que toda produção visual como foto, video, capa dos singles fosse feita por ela. Ela passa a banda pra uma outra linguagem, é o nosso Andy Warhol de saias, a quinta integrantes.</p>
<p>Agora, a banda anda se dedicando exclusivamente à música, o que pode indicar que em breve um disco completo da banda estará pronto para rodar por aí.</p>
<p>Para ver, seguir e ouvir:</p>
<p>http://www.myspace.com/subburbia</p>
<p>http://www.twitter.com/subburbia</p>
<p>http://subburbia.tumblr.com/</p>
<p>http://soundcloud.com/subburbia</p>
<p>http://www.flickr.com/subburbia</p>
<p>http://www.tramavirtual.com.br/subburbia</p>
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		<title>The Growlers lança “Hot Tropics”  e toca no Rock in Rio com Marcelo Camelo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 18:42:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[notas]]></category>
		<category><![CDATA[posts por autor: Natasha]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo camelo]]></category>
		<category><![CDATA[rock in rio]]></category>
		<category><![CDATA[the growlers]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2571" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Growlers.jpg"><img class="size-full wp-image-2571" title="Growlers" src="http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Growlers.jpg" alt="" width="500" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">The Growlers</p></div>
<p>[Por Natasha Ramos]</p>
<p>A banda californiana The Growlers, que vai se apresentar com o cantor e compositor Marcelo Camelo, no palco Sunset do Rock in Rio neste domingo (2/9), lança seu segundo álbum em terras tupiniquins em outubro. Intitulado <em>Hot Tropics</em>, o CD sai pelo selo Vigilante (Deck) e é composto por dez músicas, entre elas os hits “Sea Lion Goth Blues” e “Badlands”.</p>
<p>Citada por Camelo como uma de suas bandas favoritas, The Growlers toca uma mistura de música cigana com surf, que eles definem como <em>beach goth </em>(gótico de praia).</p>
<p>Conhecidos pelas turnês com músicos como Dr. Dog, Devenda Banhart e Julian Casablancas, a performance do sexteto no palco se assemelha a uma apresentação circense, com perucas, vestidos (muitas vezes, sem calças),  numa festa de praia surrealista.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=X5UXG5Qt7zA&amp;feature=related">watch?v=X5UXG5Qt7zA&amp;feature=related</a></p>
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