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novembro 25th, 2011notas, posts por autor: NatashaNa semana de estreia, Afasia toca dia 02 e Pélico dia 03
Entre os dias 02 de dezembro de 2011 e 24 março de 2012 o projeto São Paulo Representa ocupará a Sala Funarte Guiomar Novaes com um panorama da produção musical paulistana. Ao todo serão realizados 26 espetáculos musicais e dois debates sobre a cena independente da capital paulista.
Durante 13 semanas, às sextas e aos sábados, a São Paulo Representa abrigará artistas de diferentes estilos que vêm chamando a atenção na cena atual. É o encontro de ritmos, arranjos e melodias das mais variadas origens que a cosmopolita e multicultural São Paulo possibilita e acolhe. Nas sextas-feiras, a música instrumental é que toma conta da programação, já os sábados são destinados à música cantada. As apresentações terão início às 19h30 com ingressos a preços populares – R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia-entrada). Os debates são informais, gratuitos e têm como objetivo discutir a distribuição e produção musical independente.
Dia 02 o Afasia abre o festival, seguido por Pélico no dia 03. Além deles, representantes da cena como Rodrigo Campos, Criolo, Hurtmold, Kamau, Gui Amabis, Instituto, Curumin, Karina Buhr e outros irão se apresentar durante esses 4 meses de programação. Dia 3 será realizado o primeiro debate, sobre distribuição independente. Comandando a discussão estarão o rapper Xis, proprietário do selo 4P e Maurício Bussab, sócio fundador da Tratore, a maior distribuidora de música independente no Brasil. Atualmente, a distribuidora conta com 1.600 títulos em seu catálogo, chegando a 500 lojas de diferentes regiões do país.
O projeto São Paulo Representa foi selecionado pela Fundação Nacional de Artes – Funarte no edital de Ocupação da Sala Funarte Guiomar Novaes.
AFASIA
Formado em 2009 pelos músicos Akin (programações, efeitos e sintetizadores) e Carlos Issa (Objeto Amarelo), o duo de música instrumental e experimental Afasia utiliza-se ao vivo de recursos variados – baterias eletrônicas, sintetizadores, samplers, teclados, pedais de efeito e controladores – para caminhar livremente entre a ambiência e o ruído, explorando sons industriais e orgânicos na construção de novas sonoridades.
Cada show do Afasia possui uma atmosfera diferente, já que a espontaneidade na manipulação de cada timbre e nota é o único fator comum a cada apresentação.PÉLICO
Com 3 EPs e dois CDs de carreira, Pélico conquistou o público e a crítica com o álbum “Que Isso Fique Entre Nós” (2011). Passeando por diversas sonoridades, o músico e cantor paulistano produziu um trabalho bastante original e autoral. Nesse show Pélico (voz, guitarra e violão) será acompanhado por Jesus Sanchez (baixo), Tony Berchmans (sanfona, piano elétrico emsintetizador), Richard Ribeiro(bateria), RegisDamasceno (guitarra). Confira abaixo a programação completa da ocupação São Paulo Representa.Serviço:
Festival São Paulo RepresentaDEBATETema: Distribuição Independete
Mediadores: Xis e Mauricio Bussab
Data: 03 de dezembro
Local: Sala Guiomar Novaes
Horário: 11h30
Entrada FrancaSHOWS
Data: 02 de dezembro a 24 de março de 2012
Horário: sexta e sábado às 19h30
Local: Sala Guiomar Novaes
Endereço: Al. Nothmann 1058
Capacidade:143 lugares
Censura: livre
Preço: R$5
PROGRAMAÇÃODezembro
Dia 2 Sexta: Afasia
Dia 3 Sábado: Pélico
Dia 9 Sexta: Guizado
Dia 10 Sábado: Danilo Moraes
Dia 16 Sexta: CoffeeBreakers
Dia 17 Sábado: Vespas MandarinasJaneiro
Dia 13 Sexta: Porto
Dia 14 Sábado: Fabio Góes
Dia 20 Sexta: Psychojazz
Dia 21 Sábado: Rodrigo Campos
Dia 27 Sexta: MarginalS
Dia 28 Sábado: KamauFevereiro
Dia 3 Sexta: Hurtmold
Dia 4 Sábado: Amabis
Dia 10 Sexta: Improvisado
11 Sábado: Curumin
24 Sexta: João Erbetta Trio
25 Sábado: CrioloMarço
Tags: afasia, criolo, hurtmold, karina buhr, pélico, São Paulo Representa, vespas mandarinas
2 Sexta: Sambanzo
3 Sábado: R. Brandão
9 Sexta: Bodes & Elefantes
10 Sábado: Karina Buhr
16 Sexta: Elma
17 Sábado: Metá Metá
23 Sexta: Bojo
24 Sábado: Instituto -
novembro 25th, 2011notasSão Paulo e Buenos Aires se cruzam no mesmo ambiente e com as mesmas referências na exposição “X-Sampa, uma Viagem Musico-Visual”, criada pelos artistas paulistanos Bruno Mestriner e Yuri Garfunkel. A exposição fica em cartaz até 3 de dezembro na Matilha Cultural.Para quem acompanha o Palco Alternativo, as peripécias dessa dupla não são novidade. Da última vez eles embarcaram em uma exposição-show itinerante que passou por diversos locais de São Paulo, em 2009.Agora a experiência foi ainda mais curiosa: conectar os dois principais polos culturais da América do Sul – Buenos Aires e São Paulo – através da música e das artes gráficas.Bruno e Yuri produziram uma HQ de 100m² com ilustrações feitas em pontos turísticos visitados por eles tanto na capital argentina quanto na paulista. Os quadros são expostos em sequência narrativa, formando 17 páginas de histórias e 85 quadros de tamanhos variados.A viagem até a capital argentina durou cinco dias e incluiu passagens rápidas pelas cidades de Curitiba, Francisco Beltrão, Paso de los Libres e Gualeguaychu, percurso todo realizado em um furgão estilizado pelos próprios artistas. A residência dos paulistanos em Buenos Aires levou quase dois meses para montar o texto e as imagens e teve ajuda de artistas locais.A história tem como base o personagem Sopa e, além de imagens, recorre à música para relacionar os personagens e os cartões postais. Em algumas sessões, a banda criada por membros do estúdio faz a trilha sonora ao vivo.Durante este período, Bruno e Yuri ficaram instalados no Conventillo Verde, um ateliê e galeria de arte, onde tocaram e estrearam a primeira etapa do X-Sampa e fizeram contato com artistas locais de diversas áreas.Dentre o processo de criação em São Paulo, foram gravados sete temas – todos de autoria da dupla com referências à capital paulista. No arranjo, baixo, flauta e algumas guias de percussão eletrônica. Este material foi encaminhado à Gabriela Elasche, produtora do X-Sampa na Argentina, que indicou os percussionistas locais Gastón Carabajal e Nani Fiorenza. Pesquisadores de música afro latina, Nani e Gastón trabalharam os temas entre eles, acrescentando ritmos e instrumentos inusitados.Nesses encontros também tiveram a oportunidade de pesquisar a música local e de mostrar um pouco da música paulista que inspirou os trabalhos sobre São Paulo: Adoniran Barbosa, Mutantes, Racionais MC’s, Tom Zé, Ratos de Porão, Itamar Assumpção, entre outros. Durante sua permanência, a dupla empreendeu uma extensa pesquisa em fontes históricas por toda cidade, relacionando lugares, músicas e personagens.No dia 3, o SOPA apresenta a versão ‘show’ da exposição, às 19h. Corre lá!X-Sampa, uma Viagem Musico-VisualOnde: Matilha Cultural (Rua Rêgo Freitas, 542. Centro – São Paulo)Quando: De terça a sexta, das 12h às 21h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 20h. -
novembro 3rd, 2011posts por autor: Natasha, showProjeto de Lulina conta com apresentações de Pélico, Pipo Pegoraro, Flu, Blubell, Juliana R., Rhaíssa Bitar,Dudu Tsuda, Marcelo Birck e Nereu
[Por Natasha Ramos] Amanhã (4/11), às 21 horas, o projeto Minimecenas (site colaborativo de artistas de diferentes estilos: www.minimecenas.com.br), idealizado pela cantora e compositora Lulina, fará sua primeira apresentação, no palco do Auditório Ibirapuera. Com direção musical de Mauricio Tagliari e de Lulina, a apresentação conta com os músicos Pélico, Pipo Pegoraro, Flu, Blubell, Juliana R., Rhaíssa Bitar, Dudu Tsuda, Marcelo Birck e Nereu, além do quadrinista André Kitagawa, que vai lançar sua nova HQ.
O cantor e compositor Pélico abre a noite com Recado e Que Isso Fique Entre Nós. Na sequência, a cantora Rhaíssa Bittar apresenta Pa Ri e Dig Dom. Pipo Pegoraro traz duas faixas de seu segundo e recém lançado CD, Taxi Imã – a faixa homônima, além de Radinho. Blubell, que acaba de voltar de uma turnê pelo Japão, canta Música e La Vie en Chose.
Dando prosseguimento às apresentações, Dudu Tsuda interpreta Le Jour ou Erik Satie a Rencontré Stereo Lab e Music to Fade Away – Part 1. A jovem cantora Juliana R. vem em seguida com Fuga e Dry These Tears. O gaúcho Marcelo Birck apresenta Tricicloscópio e Olhos Negros. Depois, é a vez de Flu (Flávio Santos) com Bom Menino e Batan Batan. Nereu esquenta ainda mais a platéia com Ela Merece um Samba e Me Faz Cosquinha. Para encerrar a noite, todos os artistas se reúnem no mesmo palco para interpretar o clássico El Justiciero (Os Mutantes).
André Kitagawa participa desta noite com o anúncio de lançamento de sua nova HQ em forma de pôster, que autografará no fim do espetáculo. Ele que transita por atividades ligadas à arte do desenho –entre ilustração, animação e design– tem um talento especial para fazer histórias em quadrinhos. Já lhe renderam, até, um Salão Internacional de Piracicaba e um prêmio HQ Mix e a adaptação para o teatro de uma de suas histórias, Chapa Quente, por Mario Bortolotto.
Projeto Minimecenas
Lançado em setembro de 2011 por Lulina, o site propõe a adoção de artistas nas áreas de música, fotografia, literatura, dança e artes plásticas e conta com estrelas de primeira grandeza como Arnaldo Baptista, Kiko Dinucci, Bárbara Eugênia entre outros de diferentes estilos. “O Minimecenas não pretende provocar uma revolução. Só queremos viabilizar a produção de projetos e artistas que não têm tanto espaço na mídia tradicional”, diz Lulina. “Ele oferece uma estrutura para que os artistas se mobilizem com os seus próprios fãs e possíveis marcas patrocinadoras, independentemente do resto do mercado. É principalmente para produções independentes que o site existe”, conclui.
SERVIÇO
Minimecenas no Auditório Ibirapuera
Com Pélico, Pipo Pegoraro, Dudu Tsuda, Blubell, Flu, Juliana R., Rhaíssa Bitar, Marcelo Birck e Nereu e lançamento de HQ, com André Kitagawa
Tags: bluebell, dudu tsuda, flu, juliana r, lulina, marcelo birck, minimecenas, nereu, pélico, pipo pegoraro, rhaíssa bitar
Quando: 4 de novembro (sexta-feira), às 21h
Quanto: Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada)
Onde: Auditório Ibirapuera (Av. Pedro Alvares Cabral, s/n – Portão 2 do Parque do Ibirapuera (Entrada para carros pelo Portão 3) Tel: 3629-1075 -
outubro 29th, 2011matérias especiais, posts por autor: Andréia[por Andréia Martins]
Matt Adams é um tipo curioso. Este californiano é a mente por trás do The Blank Tapes e não à toa, muitas vezes é chamado de uma “máquina da música”. Tudo porque ele já lançou mais de 100 músicas nos sete anos de carreira da banda – que tem seis discos na bagagem e muitos quilômetros rodados em tours pelo mundo todo -, sem contar que, na hora de gravar, é ele quem cuida de todos os instrumentos.
“Eu estou sempre pensando em música, trabalhando em duas ou três ao mesmo tempo. É para isso que minha cabeça funciona”, disse ele em entrevista exclusiva ao Palco Alternativo, pouco antes de estrear sua turnê 2011 no Brasil, mais precisamente em São Paulo, na Casa do Mancha.
Pacato, sempre com seu bloquinho de anotações a tira colo, Matt é natural de Orange County no ensolarado Estado americano da Califórnia, e depois se mudou para São Francisco – o que ele mais costa lá? As cores. Começou o Blank Tapes em 2003, quando lançou seu disco de estreia, o excelente Country Western Honky Tonk Sallon Blues, pura essência do folk americano, mas com ares praianos.
A turnê ainda faz parte do último trabalho da banda, Home Away From Home, de 2010. Um disco diferente dos anteriores, tanto na sonoridade quanto no formato; com 10 músicas, é seu disco mais enxuto já que ele costuma lançar álbuns com mais de 15 faixas.
“A mudança foi que… bem, primeiro eu queria lançar este trabalho em vinil, o que permite em média 40 minutos de música. Como a gravadora também queria um disco curto, quis que ele tivesse um conceito e fosse focado em determinados estilo e sonoridade”, disse Matt. “Já escrevi muitas coisas gentis, alegres e otimistas. Agora eu estou tentando expressar esse lado mais escuro, mais grave. Eu sempre tive este álbum em mim”.
Escrito em uma van – enquanto ele cruzava cidades para se apresentar -, o resultado foi um disco mais elétrico e com composições mais despojadas comparado com os trabalhos anteriores. Aliás, enquanto ele compunha os primeiros versos de “Drivin’ Out Of My Mind”, ao volante, ele literamente saiu da pista e foi parado por policiais. O que ele respondeu que estava fazendo? Provavelmente, “drivin’ out of my mind”.
The Blank Tapes – We Can Do What We Want To by playwhitenoise
O modo de gravar não surpreende em se tratando de Matt. Já há um tempo ele trocou os grandes estúdios por um gravador de fitas cassetes mais simples, onde ele consegue gravar oito músicas e conta com recursos mínimos, aderindo ao “lo-fi way of recording”.
“Quando eu comecei a gravar minhas músicas, com 16, 17 aos, usava ferramentas digitais como todo mundo. Mas chegou um momento que aquele excesso de possibilidades me fazia perder o foco. Você fica refazendo a música… para sempre. Era demais para mim”, conta.
Para ele, a possibilidade de gravar em seu quarto, em uma van ou mesmo na garagem, deixa a música mais real, com a “sujeira necessária”. “O lance é saber do que a música realmente precisa. Gosto dos limites que esse formato impões, onde tenho que ser mais criativo”.
Ao longo dos anos, Matt diz ter se tornado um músico e compositor melhor. “A maior mudança é que me tornei um cantor melhor, e as letras melhoraram. Antes mesmo do Blank Tapes, fico constrangido com as coisas que escrevi”, diz ele rindo. “Não sabia o que eu queria dizer naquela época… Não tenho certeza se sei ainda hoje”.
Revirando o baú de Matt Adams
Country Western Honky Tonk Saloon Blues foi lançado de maneira independente e imediatamente começou a atrair a atenção da imprensa californiana. Influenciado por artistas como Leonard Cohen e Velvet Underground, o Blank Tapes passou a integrar a crescente cena do som de raízes americanas que ecoava com artistas contemporâneos como, por exemplo, Lambchop e Ryan Adams.O disco traz letras falando de aventuras com amigos, amores [I’m Lookin For Love, uma história engraçada de um cara enganado por uma mulher casada e que resume seu problema em uma frase: “estou procurando o amor na cidade errada”] e a eterna busca do seu lugar no mundo [Over the Mountain, com ares melancólicos], com direito a doses de psicodelia [herdada da influência do hard rock] e de humor ora aqui, ora acolá. Como ele diz na faixa “Mama Showed Me Love”: “Mamãe nunca me falou sobre as corporações / Mamãe nunca me disse o que realmente havia lá fora / Muitas vezes me senti confuso e não conseguia me mexer”.
Na faixa “Where Am I Now”, a sensação de deslocamento é latente, e Matt canta: “Sou um turista em minha casa” e “Vai doer andar na ponta dos pés”. Já em “Walking” e “Floating Away”, Matt canta seus destenperos e, no final, não se cansa de repetir “It’s all up to me”. Quase sempre é.
Landfair (2005), segundo disco, traz a banda usando mais guitarras. O formato elétrico só seria mais explorado pela banda em discos mais adiante. Dois anos depois, Matt lançou Friends & Favorites. Um disco melancólico, reflexivo só com covers. Destaques para a delicada “Queen of Valencia”, em parceria com Lauren Cobb, a obscura e bonita “Belly Dancer”, com Kathryn Jensen, “Oceans of Blue” e o folkmantra “Firefly”, com Matt McCluer e Kathryn Jensen.
Em Daydreams, também lançado em 2007, Matt deixa um pouco de lado o violão e volta a apostar nas guitarras, produzindo um disco de rock bem alternativo com riffs e faixas longos – ao todo, são 26 músicas. Talvez seja seu disco com composições próprias mais “sólidas” desde o debut em 2003 e, sem dúvida, um de seus melhores trabalhos.
Em 2008, Matt conta que percebeu que entre parcerias e jam sessions estava tocando em umas 15 bandas. Ele decidiu então que o melhor era juntar todas essas músicas em um álbum. Daí nasceu Universal Western Attractions, um disco com sonoridade diversa – hippie, podemos dizer -, que mostra bem a riqueza do baú musical de Matt.
Agora é esperar as próximas surpresas da caixinha musical de Matt Adams. Para este ano, ele disse que pretende lanar um disco em formato digital. Já para 2012, devem sair dois ou três discos. “Músicas não faltam. Quero colocá-las todas para fora”.
Tags: matt adams; the blank tapes; folk; califórnia; lo-fi -
outubro 9th, 2011posts por autor: Andréia, raio-x
Desde 2007 um grupo de amigos se reúne num sotão, em Curitiba,
para se divertir, fazer barulho e, o melhor, criar canções. Este é o Subburbia - [Por Andréia Martins]
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setembro 27th, 2011notas, posts por autor: Natasha[Por Natasha Ramos]
A banda californiana The Growlers, que vai se apresentar com o cantor e compositor Marcelo Camelo, no palco Sunset do Rock in Rio neste domingo (2/9), lança seu segundo álbum em terras tupiniquins em outubro. Intitulado Hot Tropics, o CD sai pelo selo Vigilante (Deck) e é composto por dez músicas, entre elas os hits “Sea Lion Goth Blues” e “Badlands”.
Citada por Camelo como uma de suas bandas favoritas, The Growlers toca uma mistura de música cigana com surf, que eles definem como beach goth (gótico de praia).
Conhecidos pelas turnês com músicos como Dr. Dog, Devenda Banhart e Julian Casablancas, a performance do sexteto no palco se assemelha a uma apresentação circense, com perucas, vestidos (muitas vezes, sem calças), numa festa de praia surrealista.
watch?v=X5UXG5Qt7zA&feature=related
Tags: marcelo camelo, rock in rio, the growlers -
setembro 23rd, 2011disco clássicoBanda toca nos mesmos festivais que Arcade Fire, Chromeo, CSS, Clap Your Hands Say Yeah e outros
[Por Natasha Ramos]Revelação da cena indie rock nacional, o Holger parte em turnê internacional, com shows agendados em cidades canadenses e americanas.
Eles vão tocar em festivais como o Pop Montreal (Arcade Fire, Chromeo, Girls e Fucked UP), Culture Collide (com CSS, Clap Your Hands Say Yeah, Yacht, Datarock e Gang Gang Dance) e CMJ, um dos principais festivais de música nova do mundo, realizado em Nova York.
Além do show, o Holger é o único brasileiro com uma música (“Beaver”) na disputadíssima coletânea da CMJ, distribuída para as rádios universitárias dos Estados Unidos.
A banda, que em sua turnê anterior foi eleita uma das revelações do festival SxSW por duas das rádios mais importantes do mundo – BBC (Reino Unido) e NPR (EUA) -, acaba de ganhar o título de “Melhor Banda” no Prêmio Multishow na eleição da crítica.
TURNÊ:
09/23 – Pop Montreal – Montreal – BBQ @ Notman House
09/23 – Pop Montreal – Montreal – Cabaret Playhouse
09/27 – Ottawa – TBC
09/28 – Toronto – Old Painted Lady
09/30 – Chicago – Reggies Music Joint
10/01 – Columbus – 83 Gallery
10/05 – San Francisco – Hemlock Tavern
10/06-09 – Culture Collide Festival – LA
10/13 – Louisville – Chestnut
10/14 – DC – The Dunes
10/15 – DC – Eighteenth Street Lounge
10/17 e 10/23 – NYC – CMJ
A palavra trabalho não está no vocabulário do quarteto que hoje forma a banda Subburbia. Ensaiar, marcar shows e toda a correira que montar uma banda dá não é vista como trabalho pelo grupo curitibano. A música funciona como uma desculpa para a reunião entre amigos e horas de diversão.
Como a própria banda diz, a ideia “é se encontrar e falar sobre assuntos diferentes que vão da cultura pop atual a ícones como Lynch, Cronenberg, Warhol e Basquiat. Feito uma gangue, andam juntos e se veem todo dia, mesmo que não tenham ensaio”. “A gente tenta ganhar dinheiro encontrando os amigos e fazendo barulho”, diz E1000 (voz). Além dele, completam o quarteto Penny (voz e guitarra), Vir (bateria) e Ernani (sinths e baixo).
Para a barulheira, nada de estúdio, garagem ou sala de casa. O QG da banda é o sótão do sebo que pertence a E1000, já há quase uma década, localizado no bairro de Água Verde, em Curitiba. “É no sotão do sebo que a gente produz 90% do nosso material. Toda música que é minha (a Penny também compõe), tem alguma citação a ver com a literatura”, diz ele. Na faixa Stevie Nicks, por exemplo, quem prestar atenção vai encontrar o Oscar Wilde entre os versos, na frase “You’re My Favorite Female Dorian”.
Na estrada desde 2007, a formação atual da banda é recente. Ernani está desde 2009 enquanto as gurias, como diz E1000, entraram na banda este ano. Curiosamente, o entrosamento já é total. “Entramos numa sintonia única (resultado de horas bebendo e ouvindo Smashing Pumpkins e Prince), e em consequência passaram a prestar atenção na gente”, diz o vocalista.
B-side – Stevie Nicks by subburbia
O trabalho do quarteto é baseado em EPs e singles, uma opção da banda. “Por enquanto acho que os singles estão fazendo o seu papel, mas com certeza vai chegar a hora de gravar um disco e, quando ele sair, quero ter certeza que será realmente relevante”, comenta E1000.
O primeiro EP, chamado Subburbia, foi lançado em junho de 2008 e traz 4 faixas: Out of drugs, Soul Sister [música sobre a frustração de E1000 por não conseguir escrever como Sam Cooke, Stevie Wonder e Prince, este, ao que tudo indica, é uma figura presenete no espírito da banda], 9,10 once again!, e Jesus Express. Depois veio o EP John D. Rockefeller. Além da faixa original, UR Here, traz dois remixes: um produzido pelo DJ Kurc e outro pela Jo Mistinguett, produtora da faixa original.
O single mais recente, Bullets – lançado em setembro deste ano e cujo lado B é a faixa Stevie Nicks -, produzido por Eduardo Ramos, reforça a pegada dançante da banda, misturando grunge, new-wave e disco. A combinação é bombásticas nas apresentações ao vivo do grupo, cujo destaque vai para a performance de E1000. “Me vejo meio Bez do Happy Mondays… Mas acho que as pessoas gostam do nosso show porque a gente se diverte”, diz ele.
O quinto elemento
A designer Estelle Flores é o que se pode chamar de quinto elemento do Subburbia. Mas E1000 tem uma definição muito mais cool para ela: “é o nosso Andy Warhol de saias”. Cartazes, flyers, fotos e até o figurino despretensioso da banda têm direção de arte de Estelle.
“Ela está sempre com a gente e , como é uma das melhores ilustradoras do Brasil, foi natural que toda produção visual como foto, video, capa dos singles fosse feita por ela. Ela passa a banda pra uma outra linguagem, é o nosso Andy Warhol de saias, a quinta integrantes.
Agora, a banda anda se dedicando exclusivamente à música, o que pode indicar que em breve um disco completo da banda estará pronto para rodar por aí.
Para ver, seguir e ouvir:
http://www.myspace.com/subburbia
http://www.twitter.com/subburbia
http://subburbia.tumblr.com/
http://soundcloud.com/subburbia
http://www.flickr.com/subburbia
http://www.tramavirtual.com.br/subburbia
Tags: curitiba, estella flores, subburbia
![pelico_fotoPB creditos Theo Craveiro[1]](http://www.palcoalternativo.com.br/wp-content/uploads/2011/11/pelico_fotoPB-creditos-Theo-Craveiro1-300x200.jpg)










